quinta-feira, 31 de maio de 2012
I'm back.
Após pouco mais de 2 anos de abandono do blog, refém de mim mesma, resolvi voltar e ver se consigo espantar meus fantasmas com a ajuda desse paraíso sem solução. Ou será que é um paraíso que não se dissolve?
Bom quanto a isso posso dizer que ele esteve prestes à dissolução devido aos meus medos, minhas angústias, minha ansiedade entre muitas e muitas outras coisas.
Até pensei em criar um blog novo, postando de forma anônima, para tentar não me omitir em nada, postar o que viesse à mente sem medo do ridículo, de me expor. Mas como sei que ninguém lê isso aqui mesmo... Vamos lá, vai ser neste lugar. No meu Paraíso.
Well... Hello world again!
segunda-feira, 17 de maio de 2010
terça-feira, 3 de novembro de 2009
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Neste fim de semana tem estréia.
Na verdade são três estréias. Uma do Teatro da Velha Guarda, com as meninas da terceira idade homenageando Ataulfo Alves no ano de seu centenário, com o espetáculo " Meu Querido Miraí", outra das crianças do Girança com homenagem ao ídolo Michael Jackson na peça " O Rei Nunca Perde a Majestade e a a nossa estréia com a Rádio Gogó de Ouro homenageando Roberto Carlos em um espetáculo muito engraçado em uma rádio antiga, da época em que se fazia rádio-novela e as rádios tinham platéia.
Dias 16 e 17/10 no Teatro Zélia Olguim às 20 horas.

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Mostra Cultural
domingo, 1 de março de 2009
Minas Músicas

Lá vou eu de novo....
MINAS MÚSICAS - FESTIVAL BRASILEIRO DE TEATRO MUSICAL
COM OS GRUPOS PONTO DE PARTIDA + PERNA DE PALCO + VOZ & CIA
DE 04 À 06 DE MARÇO 20:30 TEATRO DO CENTRO CULTURAL USIMINAS
INGRESSOS: R$ 10,00 (INTEIRA) R$ 5,00 (MEIA)
REALIZAÇÃO: MATISAEL LIMA
APOIO: USICULTURA + LEI ESTADUAL DE INCENTIVO À CULTURA + GOVERNO DE MINAS GERAIS
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
sábado, 4 de outubro de 2008
quarta-feira, 3 de setembro de 2008
Fragmentos Cotidianos = eu no teatro
Continuo me aventurando no teatro...
Então.... Sábado agora eu e meus colegas de curso estaremos nos apresentando lá na Casa do Teatro. É uma mostra de cenas curtas, que criamos a partir de exercícios dados em aula e que ficou muito legal. Vai ser às 19:30 horas. Ah, e em seguida, quem se apresenta é o Teatro da Velha Guarda, com as meninas da terceira idade. Aparece lá!!

Na foto: Gustavo, Iwana, Fernanda, Marrione, Ariel, Eu, Stefany e Rubinho...
P.S. O Paulo também se apresentará, mas faltou no dia da foto.
Então.... Sábado agora eu e meus colegas de curso estaremos nos apresentando lá na Casa do Teatro. É uma mostra de cenas curtas, que criamos a partir de exercícios dados em aula e que ficou muito legal. Vai ser às 19:30 horas. Ah, e em seguida, quem se apresenta é o Teatro da Velha Guarda, com as meninas da terceira idade. Aparece lá!!

Na foto: Gustavo, Iwana, Fernanda, Marrione, Ariel, Eu, Stefany e Rubinho...
P.S. O Paulo também se apresentará, mas faltou no dia da foto.
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quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Mummy
Forever 27

Eu sempre fiquei intrigada com a morte de roqueiros aos 27 anos.
Jim Morrison, Janis e Hendrix, são os mais famosos.
Então... Em Londres resolveram fazer uma exposição de fotos dos cinco mais famosos. Três são esses aí. Os outros são Kurt Cobain do Nirvana e Brian Jones dos Stones. A exposição traz só estes cinco mas são mais de 30 roqueiros mortos nesta idade.
A mostra começa hoje lá em Londres e bem que poderia dar um passeio pelo mundo depois, quem sabe não chega até a Galeria Hideo Kobayashi...
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
00 Amy

Amy Winehouse que iria gravar uma nova versão de "Another way to die" para o novo filme de James Bond foi dispensada da tarefa pois os produtores do filme acharam que ela não estava em condições de participar do projeto.
A missão agora está a cargo de Alicia Keys e Jack White, da banda White Stripes, que vão gravar em dueto a música para o filme.
Amy é outra que eu tenho muita dó. Mas cantando ela é espetacular e acho que ela teria sim condições de gravar a música. E seria bom para o filme, já que tudo o que diz respeito a ela dá notícia. E como Amy não gostou de ser excluída, já disse que poderá lançar a música no mesmo dia da estréia do filme para irritar os produtores.
Aposto que a versão dela vai fazer muito mais sucesso que o dueto de Alicia e Jack White.
sábado, 2 de agosto de 2008
Live Jazz - 10 Anos

Vim correndo postar porque ainda dá tempo.
Começa amanhã a décima edição do Ipatinga Live Jazz. O compositor e pianista Márvio Ciribelli vai abrir o evento que está marcado para 12h30 na Feirarte.
Depois as apresentações recomeçam no dia 07 e vai até dia 09. Veja a programação:
Dia 07 - Nova Dixie com a participação de Carmen Correia e Vaninho Vieira
Wagner Tiso e Ipatinga Jazz Grupo
Dia 08 - Jamba Trio convida Derico (o do sexteto do Jô)
Hamilton de Holanda
Dia 09 - Cleber Alves Quarteto e Toninho Horta
Elza Soares
O Live Jazz conta ainda com oficinas com os músicos e mais música na Jam Session no foyer do Centro Cultural antes, no intervalo e depois dos espetáculos.
Abandono
Após um longo tempo de abandono do blog, não por minha vontade, mas por total falta de tempo mesmo, voltei!!!
sexta-feira, 18 de julho de 2008
A história dos Reszendes
Como estou numa correria só, mas não queia deixar de postar sobre o Reszendão e a Família Reszende, vou copiar e colar o texto que eu peguei no site.
"Segundo a Genealogista Adriana Fernandes de Rezende, o uso do sobrenome Resende surgiu por volta do ano de 1030, quando Dom Rosendo Hermigiz, bisneto do 6º Rei de Leão, Dom Ramiro II (falecido no ano de 950), se estabelece em Beira Alta, Portugal, nas terras que recebeu do Rei Dom Fernando Magno, por tê-las conquistado dos Mouros. É o primeiro senhor cristão a povoar a região, que recebe seu nome (Rosendo), fundando aí a casa e a quinta do “Paço”, que deu lugar ao povoado. O primeiro a utilizar a forma Resende como apelido, tomando-o do nome do lugar de que era senhor, foi Dom Martim Afonso de Bayão, o de “Resende”, também descendente do Rei Ramiro II. Um de seus descendentes recebeu o Brasão da família.
A Família Resende é uma das mais ilustres e antigas de Portugal e a região de Resende, em Beira Alta, situa-se a 6 km de Lamego e a 315 de Lisboa, segundo a tradição apoiada por Pinto Leal, autor de “Portugal Antigo e Moderno”.
Como a origem do sobrenome é portuguesa, a grafia correta é com “S”, mas aqui no Brasil é grafado também com “Z”, sem que isso signifique família diferente. É, pois, uma questão mais de registro em Cartório.
Por volta de 1720, João de Rezende Costa, que residia na Ilha de Santa Maria, Freguezia de Nossa Senhora das Angústias, Arquipélago dos Açores, foi informado que Portugal estava tentando conseguir povoadores para colonizar o Brasil, pois estava sentindo-se ameaçado pela Espanha, que polemizava a respeito das terras ao Sul do Brasil. E, para isso, estava arrebanhando voluntários, principalmente nas Ilhas dos Açores, já excessivamente povoadas.
Com a recente morte de seus pais, e não vislumbrando chances de se desenvolver lá, pois os bens deixados por eles seriam insuficientes para si e um irmão casado, decidiu vir para o Brasil.
Segundo a autora do livro “Engenho Velho dos Cataguás”, Climéia Rezende Jafet, que romanceia admiravelmente a epopéia de nossa família, uma embarcação partiu rumo ao Brasil, juntando gente de Pico, Fayal e Santa Maria, e nela estavam João e Diogo Garcia, entre muitos outros. Depois de dois meses de viagem, ambos decidiram que iriam para a Comarca do Rio das Mortes, nos sertões de Cataguases.
Desembarcaram no Rio de Janeiro e tomaram o Caminho Novo, atravessaram serras e transpuseram a Mantiqueira. Diogo Garcia estabeleceu-se em um sítio na Freguesia de Nossa Senhora do Pilar (hoje São João Del Rei/MG) e João de Rezende Costa estabeleceu-se na Freguezia de Prados, no território da então Capela de Santo Antônio de Lagoa Dourada – hoje município de Lagoa Dourada que, em 30/08/1911,emancipou-se do de Prados/MG.
Por essa época, faleceu nos Açores, na Ilha de Fayal, vítima de um acidente em pesca de baleias, o amigo de Diogo Garcia, Manuel Gonçalves Correia, o “Burgão”, deixando viúva Maria Nunes.
A viúva e suas três filhas, hoje popularmente chamadas de “As Três Ilhoas”, por influência do amigo Diogo, decidiram vir para o Brasil, e especificamente para as Minas Gerais. E Diogo, ainda muito triste com a morte do amigo, é quem foi ao Rio de Janeiro para receber a família e ciceroneá-la até à região onde estava instalado.
Segundo o pesquisador Dauro José Buzatti, em sua obra “Antigos Povoados de Minas nos Campos das Vertentes”, ali chegaram por volta de 1723. Uma delas, Antônia da Graça, já era casada com Manuel Gonçalves da Fonseca.
A segunda, Júlia Maria da Caridade, casou-se, em 29/06/1724, com Diogo Garcia, e a caçula, Helena Maria de Jesus, morava com esse casal. Foi quando João começou a prestar atenção na menina.
Nas visitas ao amigo Diogo, falava da fazenda que crescia e do nome que lhe daria - “Engenho Velho dos Cataguás” - construída por volta de 1723.
Em seu romance acima citado, Climéia narra que um dia Helena Maria venceu a timidez e perguntou a João o porquê do nome, ao que ele respondeu que havia encontrado, nas terras que comprara e cultivava, duas pedras encaixadas sobre uma maior que tinha a forma de cuia e que imaginou ser um moinho ou engenho para fazer farinha de milho ou de mandioca. Por isso o nome da Fazenda.
Helena começou a admirar aquele homem tão sensível que não se envergonhava disso. Pouco a pouco seu interesse foi crescendo, ao ver a vontade e o vigor com que ele se atirava ao trabalho, ao cultivo da sua terra. E ele, sem notar de imediato, apegava-se à moça loura, cujos olhos verdes lhe passavam doce mensagem de apreço.
E, numa manhã ensolarada, de 03 de outubro de 1726, casavam – se João e Helena, conforme esta certidão:
“Aos 03 dias do mês de outubro de 1726, feitas as denunciações na forma do sagrado concílio Tridentino e não resultando impedimento algum, de manhã, nesta Freguezia Matriz de Nossa Senhora da Conceição dos Prados, em minha presença se receberam com palavras de presente procedendo provisão do reverendo vigário da Vara da comarca, João de Rezende Costa, filho legítimo de Manuel de Rezende e de sua mulher , Anna da Costa, já defuntos, natural da Ilha de Santa Maria, batizado na Freguezia de Assunção, bispado da dita Ilha, com Elena Maria de Jesus, filha legítima de Manuel Gonçalves e de sua mulher Maria Nunes, naturais da Ilha de Faial, batizada na Freguezia de nossa Senhora das Angústias da mesma Ilha. Foram testemunhas o Capitão - Mor, Manoel Gonçalves Viana, Miguel da Costa Pereira , Maria da Assunção e Júlia Maria da Caridade, todos moradores nesta dita freguezia, e logo lhes dei as bênçãos conforme os ritos e serimônias da santa Madre Igreja de que tudo fiz este termo que por verdade assinei dito dia, mês e era ut supra. O vigário José Pacheco Pereira de Vasconcelos”.
Portanto, em 3 de outubro de 1726, surgia a família Rezende no Brasil e adotou a hoje cidade de Lagoa Dourada/MG como seu berço. E dali ela espalhou para todos os quadrantes do Brasil.
Segundo o Genealogista José Guimarães, em sua obra “As Três Ilhoas”, João de Rezende Costa e Helena Maria de Jesus tiveram, pelo menos, os quinze filhos seguintes:
1. Padre João de Rezende Costa foi o primeiro Reszende nascido no Brasil, e, como forma de abençoar toda a família, tornou-se vigário na Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Prados, onde haviam se casado seus pais ;
2. Maria Helena de Jesus - casou - se com o português José Antônio da Silva e moravam na Fazenda Engenho Velho dos Cataguás, em Lagoa Dourada/MG;
3. José de Rezende Costa - o Inconfidente pai - casou-se com a açoriana Anna Alves Pretto e moravam na Fazenda Campos Gerais, em Lages (hoje Resende Costa);
4. Antônio Nunes de Rezende - casou-se com Maria Pedrosa de Morais e moravam na Fazenda Paiol Queimado, hoje Resende Costa;
5. Julião;
6. Ana Maria de São Joaquim - casou - se com o português Manoel da Motta Botelho, sem referência sobre onde moravam, mas com filhos e netos morando em Miraí e em Brumado (hoje Entre Rios de Minas);
7. Manoel da Costa Rezende - casou-se com Anna Felipa Ferreira, sem referência quanto ao local de residência, mas há registro de filhos e netos seus em Andrelândia, Pouso Alegre, Campanha e Brasópolis;
8. Padre Gabriel da Costa Rezende foi vigário em Aiuruoca/MG;
9. Helena Maria de Rezende - casou-se com o português Miguel de Souza Ferreira, sem referência quanto ao local onde moravam, mas com filhos e netos em Borda do Campo, Lavras, Perdões, Monte Santo e Queluz ( hoje Conselheiro Lafaiete/MG);
10. Thereza Maria de Jesus - casou-se com o português Caetano Gomes Figueira e moraram na Fazenda Figueira, em Lagoa Dourada, e com filhos e netos em Brumado ( hoje Entre Rios de Minas), Resende Costa, Queluz ( Conselheiro Lafaiete), Juiz de fora, Nova Rezende e Uberabinha (hoje Uberlândia/MG);
11. Josepha Maria de Rezende - casou-se com o português Severino Ribeiro e moravam na Fazenda da Cachoeira, em Lagoa Dourada;
12. Julião da Costa Rezende - casou-se com Anna Gonçalves de Moura e o casal morou em Aiuruoca/MG, havendo registro de filhos seus em Pidamonhangaba/SP;
13. Gonçalo;
14. Joaquim José de Rezende - faleceu solteiro;
15. Anna Joaquina de Rezende - casou-se com o português Joaquim Ferreira da Silva e moravam na Fazenda da Ressaca, em Lagoa Dourada.
A família Reszende (com S ou com Z, não importa) contribuiu e continua contribuindo decisivamente para o desenvolvimento do Brasil, através de atividades urbanas e rurais. São muitas as personalidades ilustres desta família que ajudaram a construir o Brasil, fundando cidades e sonhando com um país melhor para seus descendentes, colocando em prática o lema idealizado pelo nosso patriarca João de Rezende Costa: HONESTIDADE, TRABALHO e FÉ. "
Texto compilado de: Antônio Egg Resende
"Segundo a Genealogista Adriana Fernandes de Rezende, o uso do sobrenome Resende surgiu por volta do ano de 1030, quando Dom Rosendo Hermigiz, bisneto do 6º Rei de Leão, Dom Ramiro II (falecido no ano de 950), se estabelece em Beira Alta, Portugal, nas terras que recebeu do Rei Dom Fernando Magno, por tê-las conquistado dos Mouros. É o primeiro senhor cristão a povoar a região, que recebe seu nome (Rosendo), fundando aí a casa e a quinta do “Paço”, que deu lugar ao povoado. O primeiro a utilizar a forma Resende como apelido, tomando-o do nome do lugar de que era senhor, foi Dom Martim Afonso de Bayão, o de “Resende”, também descendente do Rei Ramiro II. Um de seus descendentes recebeu o Brasão da família.
A Família Resende é uma das mais ilustres e antigas de Portugal e a região de Resende, em Beira Alta, situa-se a 6 km de Lamego e a 315 de Lisboa, segundo a tradição apoiada por Pinto Leal, autor de “Portugal Antigo e Moderno”.
Como a origem do sobrenome é portuguesa, a grafia correta é com “S”, mas aqui no Brasil é grafado também com “Z”, sem que isso signifique família diferente. É, pois, uma questão mais de registro em Cartório.
Por volta de 1720, João de Rezende Costa, que residia na Ilha de Santa Maria, Freguezia de Nossa Senhora das Angústias, Arquipélago dos Açores, foi informado que Portugal estava tentando conseguir povoadores para colonizar o Brasil, pois estava sentindo-se ameaçado pela Espanha, que polemizava a respeito das terras ao Sul do Brasil. E, para isso, estava arrebanhando voluntários, principalmente nas Ilhas dos Açores, já excessivamente povoadas.
Com a recente morte de seus pais, e não vislumbrando chances de se desenvolver lá, pois os bens deixados por eles seriam insuficientes para si e um irmão casado, decidiu vir para o Brasil.
Segundo a autora do livro “Engenho Velho dos Cataguás”, Climéia Rezende Jafet, que romanceia admiravelmente a epopéia de nossa família, uma embarcação partiu rumo ao Brasil, juntando gente de Pico, Fayal e Santa Maria, e nela estavam João e Diogo Garcia, entre muitos outros. Depois de dois meses de viagem, ambos decidiram que iriam para a Comarca do Rio das Mortes, nos sertões de Cataguases.
Desembarcaram no Rio de Janeiro e tomaram o Caminho Novo, atravessaram serras e transpuseram a Mantiqueira. Diogo Garcia estabeleceu-se em um sítio na Freguesia de Nossa Senhora do Pilar (hoje São João Del Rei/MG) e João de Rezende Costa estabeleceu-se na Freguezia de Prados, no território da então Capela de Santo Antônio de Lagoa Dourada – hoje município de Lagoa Dourada que, em 30/08/1911,emancipou-se do de Prados/MG.
Por essa época, faleceu nos Açores, na Ilha de Fayal, vítima de um acidente em pesca de baleias, o amigo de Diogo Garcia, Manuel Gonçalves Correia, o “Burgão”, deixando viúva Maria Nunes.
A viúva e suas três filhas, hoje popularmente chamadas de “As Três Ilhoas”, por influência do amigo Diogo, decidiram vir para o Brasil, e especificamente para as Minas Gerais. E Diogo, ainda muito triste com a morte do amigo, é quem foi ao Rio de Janeiro para receber a família e ciceroneá-la até à região onde estava instalado.
Segundo o pesquisador Dauro José Buzatti, em sua obra “Antigos Povoados de Minas nos Campos das Vertentes”, ali chegaram por volta de 1723. Uma delas, Antônia da Graça, já era casada com Manuel Gonçalves da Fonseca.
A segunda, Júlia Maria da Caridade, casou-se, em 29/06/1724, com Diogo Garcia, e a caçula, Helena Maria de Jesus, morava com esse casal. Foi quando João começou a prestar atenção na menina.
Nas visitas ao amigo Diogo, falava da fazenda que crescia e do nome que lhe daria - “Engenho Velho dos Cataguás” - construída por volta de 1723.
Em seu romance acima citado, Climéia narra que um dia Helena Maria venceu a timidez e perguntou a João o porquê do nome, ao que ele respondeu que havia encontrado, nas terras que comprara e cultivava, duas pedras encaixadas sobre uma maior que tinha a forma de cuia e que imaginou ser um moinho ou engenho para fazer farinha de milho ou de mandioca. Por isso o nome da Fazenda.
Helena começou a admirar aquele homem tão sensível que não se envergonhava disso. Pouco a pouco seu interesse foi crescendo, ao ver a vontade e o vigor com que ele se atirava ao trabalho, ao cultivo da sua terra. E ele, sem notar de imediato, apegava-se à moça loura, cujos olhos verdes lhe passavam doce mensagem de apreço.
E, numa manhã ensolarada, de 03 de outubro de 1726, casavam – se João e Helena, conforme esta certidão:
“Aos 03 dias do mês de outubro de 1726, feitas as denunciações na forma do sagrado concílio Tridentino e não resultando impedimento algum, de manhã, nesta Freguezia Matriz de Nossa Senhora da Conceição dos Prados, em minha presença se receberam com palavras de presente procedendo provisão do reverendo vigário da Vara da comarca, João de Rezende Costa, filho legítimo de Manuel de Rezende e de sua mulher , Anna da Costa, já defuntos, natural da Ilha de Santa Maria, batizado na Freguezia de Assunção, bispado da dita Ilha, com Elena Maria de Jesus, filha legítima de Manuel Gonçalves e de sua mulher Maria Nunes, naturais da Ilha de Faial, batizada na Freguezia de nossa Senhora das Angústias da mesma Ilha. Foram testemunhas o Capitão - Mor, Manoel Gonçalves Viana, Miguel da Costa Pereira , Maria da Assunção e Júlia Maria da Caridade, todos moradores nesta dita freguezia, e logo lhes dei as bênçãos conforme os ritos e serimônias da santa Madre Igreja de que tudo fiz este termo que por verdade assinei dito dia, mês e era ut supra. O vigário José Pacheco Pereira de Vasconcelos”.
Portanto, em 3 de outubro de 1726, surgia a família Rezende no Brasil e adotou a hoje cidade de Lagoa Dourada/MG como seu berço. E dali ela espalhou para todos os quadrantes do Brasil.
Segundo o Genealogista José Guimarães, em sua obra “As Três Ilhoas”, João de Rezende Costa e Helena Maria de Jesus tiveram, pelo menos, os quinze filhos seguintes:
1. Padre João de Rezende Costa foi o primeiro Reszende nascido no Brasil, e, como forma de abençoar toda a família, tornou-se vigário na Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Prados, onde haviam se casado seus pais ;
2. Maria Helena de Jesus - casou - se com o português José Antônio da Silva e moravam na Fazenda Engenho Velho dos Cataguás, em Lagoa Dourada/MG;
3. José de Rezende Costa - o Inconfidente pai - casou-se com a açoriana Anna Alves Pretto e moravam na Fazenda Campos Gerais, em Lages (hoje Resende Costa);
4. Antônio Nunes de Rezende - casou-se com Maria Pedrosa de Morais e moravam na Fazenda Paiol Queimado, hoje Resende Costa;
5. Julião;
6. Ana Maria de São Joaquim - casou - se com o português Manoel da Motta Botelho, sem referência sobre onde moravam, mas com filhos e netos morando em Miraí e em Brumado (hoje Entre Rios de Minas);
7. Manoel da Costa Rezende - casou-se com Anna Felipa Ferreira, sem referência quanto ao local de residência, mas há registro de filhos e netos seus em Andrelândia, Pouso Alegre, Campanha e Brasópolis;
8. Padre Gabriel da Costa Rezende foi vigário em Aiuruoca/MG;
9. Helena Maria de Rezende - casou-se com o português Miguel de Souza Ferreira, sem referência quanto ao local onde moravam, mas com filhos e netos em Borda do Campo, Lavras, Perdões, Monte Santo e Queluz ( hoje Conselheiro Lafaiete/MG);
10. Thereza Maria de Jesus - casou-se com o português Caetano Gomes Figueira e moraram na Fazenda Figueira, em Lagoa Dourada, e com filhos e netos em Brumado ( hoje Entre Rios de Minas), Resende Costa, Queluz ( Conselheiro Lafaiete), Juiz de fora, Nova Rezende e Uberabinha (hoje Uberlândia/MG);
11. Josepha Maria de Rezende - casou-se com o português Severino Ribeiro e moravam na Fazenda da Cachoeira, em Lagoa Dourada;
12. Julião da Costa Rezende - casou-se com Anna Gonçalves de Moura e o casal morou em Aiuruoca/MG, havendo registro de filhos seus em Pidamonhangaba/SP;
13. Gonçalo;
14. Joaquim José de Rezende - faleceu solteiro;
15. Anna Joaquina de Rezende - casou-se com o português Joaquim Ferreira da Silva e moravam na Fazenda da Ressaca, em Lagoa Dourada.
A família Reszende (com S ou com Z, não importa) contribuiu e continua contribuindo decisivamente para o desenvolvimento do Brasil, através de atividades urbanas e rurais. São muitas as personalidades ilustres desta família que ajudaram a construir o Brasil, fundando cidades e sonhando com um país melhor para seus descendentes, colocando em prática o lema idealizado pelo nosso patriarca João de Rezende Costa: HONESTIDADE, TRABALHO e FÉ. "
Texto compilado de: Antônio Egg Resende
10° Reszendão

Há dois anos atrás, pesquisando as comunidades do Orkut, descobri o Reszendão, que é um encontro dos Reszendes do Brasil.
Acabei descobrindo também que a família é uma só. Somos todos descendentes do casal JOÃO DE REZENDE COSTA E HELENA MARIA DE JESUS.
Ano passado fui ao Reszendão em Lagoa Dourada e foi muito legal. Lá ficou definido que o encontro em 2008 seria nos dias 18 e 19 de julho em Campo Grande/MS. Infelizmente este ano não foi possível eu ir.
Desejo que todos os primos e primas se divirtam muito, e realizem uma confraternização tão boa quanto a de 2007.
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Atrasadíssima!!!
Essa semana que passou foi uma loucura, não deu para postar nada. Queria ter colocado aqui tanta coisa!
Mas como essa semana também promete, vou fazer um resuminho básico.
O vencedores do Comida di Buteco:
1°Bar do Carlinhos
2°Baduliu
3°Galpão
Quem ganhou a "Arte no Banheiro" foi o artista que fez a intervenção no Galpão.
A Saidera lá no Parque Ipanema também foi bem legal.
Fico pensando em como aproveitam mal o espaço, acho que deveriam fazer muito mais eventos lá no Parque Ipanema, que é superbonito mas dá medo de ir a noite quando não tem nada.
Mas como essa semana também promete, vou fazer um resuminho básico.
O vencedores do Comida di Buteco:
1°Bar do Carlinhos
2°Baduliu
3°Galpão
Quem ganhou a "Arte no Banheiro" foi o artista que fez a intervenção no Galpão.
A Saidera lá no Parque Ipanema também foi bem legal.
Fico pensando em como aproveitam mal o espaço, acho que deveriam fazer muito mais eventos lá no Parque Ipanema, que é superbonito mas dá medo de ir a noite quando não tem nada.
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